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Achamos essa charge demonstrando como seria no varejo um caixa de permuta.

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O almoço de networking aconteceu em Campinas.
A Tradaq, a maior rede de Permuta do Brasil, realizou um almoço de networking com cerca de 45 empresários, no La Pasta Gialla, que fica na Avenida Cel da Silva Teles número 75, em Campinas, São Paulo.
Entre as empresas representadas por empresários e executivos estavam a Cia. Athletica, Spa Recanto, Gráfica Ideal, RC Pisos, Tabacow, Veloso Ambiental, entre outras. “Achei excelente, realmente um evento focado no Network, e não apenas uma palestra e almoço. A Tradaq soube dar espaço e incentivou as pessoas a se conhecerem, a falar da sua empresa, a olhar para o lado e ver não só participantes, mas sim possibilidades ilimitadas de negócios.”, destaca Eduardo Silva, do Grupo Roberto Cervellini.
O objetivo e estabelecer uma relação de credibilidade e confiança entre as empresas foi considerado um sucesso pelos organizadores. “Houve uma interação entre os antigos e novos associados, pois estes encontram-se afoitos para realizar suas primeiras operações. O almoço foi um grande sucesso e algumas empresas aproveitaram a oportunidade para fazerem negócios e já contabilizamos a principio nove negociações fechadas, mas certamente, depois deste primeiro contato surgirão novas oportunidades.”, analisa Mônica Costa, gerente de contas da Tradaq de Campinas.
A realização de negócios feitos através de permuta — operações de compra e venda que não envolvem dinheiro, mas troca de produtos ou serviços — é cada vez mais comum no Brasil. “Permuta é sempre um grande negócio, pois é seguro e minimiza a inadimplência; motivador e estimula a empresa a comprar produtos sem dispender do total de valores; facilitador e vem de encontro as necessidades; divulgador e desperta o interesse nas empresas cadastradas a conhecer umas as outras; aquece o mercado e estimula as empresas a antecipar a compra de determinados produtos devido a possibilidade de venda.”, define Eduardo Silva.
O segmento de permuta conta com aproximadamente 1.500 empresas cadastradas e só no ano passado movimentou algo em torno de R$ 40 milhões. Somente na região de Campinas, a Tradaq movimentou cerca de 2 milhões em permuta. “Por tratar-se da maior empresa de permutas do BRASIL, estabelecida em São Paulo desde 2000, trouxemos para a região de Campinas uma nova perspectiva de negócios.”, conta Mônica Costa. Segundo estimativas de empresários do setor, para os próximos cinco anos o faturamento esperado é de R$ 150 milhões. Nos Estados Unidos, esse mesmo modelo gira em torno de US$ 10 bilhões por ano.
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Link para Original - Estadão
De Tóquio para a BBC Brasil - Compartilhar, trocar e emprestar parecem ser as novas palavras de ordem entre os japoneses para driblar a crise econômica no país.
O chamado sharing (”compartilhamento”), promovido por sites, empresas e organizações sociais, está ganhando cada vez mais adeptos no país.
Um deles é a vendedora de seguros Tomoko Ozawa, que há sete meses descobriu o site ShareMo, que promove gratuitamente a troca ou simplesmente o empréstimo de objetos.
Desde então, Tomoko já tomou emprestado mais de 40 objetos e despachou outros 50 itens pessoais para pessoas desconhecidas.
“Se tivesse comprado tudo o que peguei, teria gasto pelo menos 500 dólares”, contabiliza a japonesa, que agora conta com objetos de decoração, revistas e acessórios, entre outros itens.
Comportamento antigo
Para divulgar e difundir o conceito, um grupo de empresários criou há cerca de oito meses a organização sem fins lucrativos Sharing Times, com sede em Tóquio.
“O sharing é um conceito renovado, na verdade”, explicou à BBC Brasil o presidente do grupo, Kazuo Nakane.
Segundo ele, antigamente, o compartilhamento de bens era uma coisa comum no Japão. “As pessoas usavam banhos públicos, faziam as refeições juntos e se ajudavam mutuamente. Depois da Segunda Guerra, o dinheiro passou a ser mais importante e isso acabou com o sistema de sharing”, completa.
Por causa dos atuais problemas de aquecimento global e também da crise econômica, Nakane conta que houve uma brecha para divulgar mais amplamente o conceito do sharing e ele tem sido bem aceito pela população. “Ao compartilhar bens você evita o desperdício e economiza”, diz.
Como exemplo, o executivo aposentado diz que procura não comprar nada por impulso e foge dos apelos comerciais. “É difícil, ainda mais no Japão, que é um país altamente consumista. Então, nosso trabalho não é o de mudar a sociedade, mas fazer com que ela dê mais valor às coisas.”
Guarda-chuvas
Outro que é adepto do compartilhamento de bens é o designer gráfico Jun Otsuka. Ele faz parte de um grupo que promove, desde 2007, o uso coletivo de guarda-chuvas no bairro de Shibuya, na capital japonesa.
“O guarda-chuva é um produto de uso diário, mas as pessoas não cuidam dele, já que no Japão pode-se comprar facilmente esses objetos a preços irrisórios”, explica.
A cada ano, o país produz 120 milhões de guarda-chuvas e cerca de 420 mil vão parar nos lixos ou são abandonados. Como é um objeto não-reciclável, o grupo de jovens resolveu dar um jeito de reutilizá-lo.
Atualmente, são 34 lojas cadastradas e cada uma possui um espaço com diversos guarda-chuvas que podem ser usados por qualquer pessoa. Caso ele seja devolvido, a usuário ganha um cupom de desconto que pode ser usado em algum dos comércios parceiros da campanha.
Outros grupos japoneses que promovem o uso coletivo de bicicletas, de terrenos para plantio de legumes e verduras - que depois são divididos entre os que ajudaram a cultivar a terra -, e até de casas de praia e bilhetes de loteria.
O Japão foi um dos países mais atingidos pela atual crise econômica mundial. Recentemente, no entanto, o país começou a dar sinais de melhora.
Nesta semana, o governo japonês divulgou que a produção industrial teve, em maio, um crescimento de 5,9% em relação ao mês anterior - o terceiro aumento consecutivo. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
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Link para original - Folha
Um total de 15 desenhos inéditos com os quais o artista espanhol Salvador Dalí pagava as contas de um dermatologista que o tratava desde 1972 serão expostos entre 27 de junho e 9 de agosto na Universidade de Búfalo, Nova York.
Um dos desenhos feitos por Dalí que serão expostos em Nova York
As obras pertencem à coleção de Edmund Klein, um pesquisador americano especialista no tratamento do câncer de pele e cujos serviços foram contratados por Dalí (1904-1989), e jamais tinham sido expostos antes, informou nesta segunda-feira (22) em comunicado a universidade, que receberá a mostra na Anderson Gallery.
“Durante cerca de uma década, Klein tratou em Nova York, França e na Costa Brava espanhola do câncer de pele que sofria Dalí”, dizem os organizadores da mostra em comunicado, no qual o porta-voz da família do médico, Paul Chimera, explica como o artista pagava as contas do dermatologista com os desenhos.
Segundo Chimera, Klein e Dalí forjaram uma boa amizade durante os anos nos quais se conheceram, pela qual o pintor catalão pagava “de maneira pouco convencional” o tratamento médico ao qual se submetia com desenhos que criava unicamente para o especialista, a quem também personalizava ou dedicava outras obras.
“Esses desenhos ficaram guardados durante mais de 30 anos em uma câmara de segurança de uma entidade bancária em Búfalo”, explicou Chimera, que insistiu em que se trata de criações que jamais foram vistas em público.
O porta-voz de Klein, que morreu em 1999, explicou que Dalí fez os desenhos em páginas em branco de alguns exemplares de seus livros, cadernos, em índices de fotografias e, inclusive, no verso de um documento técnico escrito pelo mesmo dermatologista.
A existência desses desenhos era desconhecida até pouco tempo, e, agora, a viúva de Klein tem a intenção de vendê-los.

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Em momentos de crise a permuta é uma ótima solução para seus estoques parados, capacidade ociosa e melhorar seu floxo de caixa.
A Tradaq é a maior rede de permutas do Brasil com mais de 900 empresas associados e milhares de produtos e serviços disponíveis.
Conquiste novos clientes e oportunidades, a equipe da Tradaq é especializada em entender suas necessidades e buscar soluções.
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Finalmente o novo site da Tradaq está no AR.
Com muito mais informação, integração e novidades.
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Que tal usar os seus créditos em únicos para comprar produtos e serviços através da rede de associados da Tradaq? Que tal oferecer produtos e serviços para os associados da rede conseguindo a melhor oferta?
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No dia 19 de Maio foi realizado o Happy Hour Tradaq na Zeffa Pizza.
O evento reuniu diversos associados com seus gerentes em um ambiente descontraído, com muita pizza, drinks e negócios.
O ar estava propicio para o entrosamento entre os clientes, abrindo espaço para diversas novas oportunidades, amizades e negócios.
O encontro informal foi um sucesso e com certeza outros serão realizado, fique por dentro para não faltar.

